Você já pensou em colocar silicone? Se sim, provavelmente já pesquisou bastante sobre tipos de prótese, tamanhos, formatos… Mas será que você conhece as curiosidades mais surpreendentes sobre esse procedimento?
A verdade é que, por trás de uma das cirurgias plásticas mais realizadas no Brasil, existem detalhes que quase ninguém comenta — e que podem fazer toda a diferença na sua decisão.
Separamos neste post informações úteis, atualizadas e, acima de tudo, esclarecedoras para quem deseja colocar prótese de silicone com segurança e consciência. Confira:
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A prótese pode mudar de formato com o tempo
Sim, isso mesmo! Embora as próteses sejam feitas para manter sua estrutura por muitos anos, o seu corpo muda com o tempo — e isso influencia diretamente no resultado estético da cirurgia.
Com o passar dos anos, é comum que a pele sofra com a gravidade, alterações hormonais ou flutuações de peso, o que pode modificar a posição da prótese, dando a sensação de que o silicone “desceu” ou perdeu o formato original.
Isso não é um defeito da prótese, mas sim uma consequência natural do envelhecimento do corpo. Em alguns casos, pode ser indicada uma nova cirurgia para reposicionamento ou troca da prótese.
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Existem diferentes texturas de prótese — e elas influenciam no resultado
Você sabia que as próteses de silicone não são todas lisinhas?
Na verdade, existem diferentes texturas de superfície: lisas, texturizadas e até de poliuretano, e a escolha influencia diretamente na aderência da prótese ao tecido e no posicionamento ao longo do tempo.
Lisas: mais macias ao toque.
Texturizadas: têm uma superfície rugosa que “gruda” melhor no tecido, ajudando na fixação.
De poliuretano: oferecem uma aderência ainda maior e são muito indicadas em casos de maior risco de complicações.
A escolha da textura ideal é feita pelo cirurgião, levando em conta o biotipo da paciente e seus objetivos estéticos.
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Você pode não precisar trocar a prótese a cada 10 anos
Durante muito tempo, o senso comum dizia que o silicone precisava ser trocado a cada década. Mas a realidade mudou!
Hoje, com o avanço das tecnologias, as próteses de alta qualidade podem durar muito mais do que 10 anos.
Contudo, isso não significa que você nunca mais precisará trocá-las. É essencial fazer acompanhamento periódico com seu cirurgião plástico para monitorar possíveis alterações, como vazamentos, rupturas ou contratura capsular.
A troca é indicada quando há necessidade clínica ou estética, e não simplesmente pelo tempo de uso.
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A sensibilidade nos seios pode mudar, e cada organismo reage de uma forma
Um dos efeitos colaterais mais relatados após a colocação do silicone é a alteração da sensibilidade nos seios.
Algumas mulheres relatam aumento da sensibilidade, enquanto outras percebem uma leve perda de sensibilidade em áreas como a aréola ou parte inferior da mama.
Na maioria dos casos, essa alteração é temporária e tende a normalizar em poucos meses. Mas, em casos raros, a sensibilidade pode não voltar completamente. É por isso que o planejamento cirúrgico deve sempre levar em conta a anatomia da paciente e a melhor técnica para preservar as estruturas nervosas.
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O silicone pode ser combinado com outras cirurgias
Quer aproveitar o momento para fazer mais de uma transformação? Saiba que é comum associar a colocação de silicone com outros procedimentos, como lipoaspiração, abdominoplastia ou lifting de mamas.
A vantagem? Um único processo de recuperação e um resultado harmônico. Mas é importante conversar com seu cirurgião sobre as possibilidades e limitações de cada caso, garantindo sempre a segurança em primeiro lugar.
Colocar silicone é uma decisão importante — e conhecer essas curiosidades pode te ajudar a fazer uma escolha ainda mais consciente.
A cirurgia vai muito além da estética: envolve conhecimento, planejamento e confiança em um profissional experiente.
E aqui no consultório, priorizamos a escuta atenta, a individualização de cada caso e o acompanhamento completo antes, durante e depois da cirurgia.