Convênio cobre Cirurgia Plástica

Os procedimentos mais comuns são a lipoaspiração, o implante de silicone nos seios, a cirurgia de pálpebra (blefaroplastia) e a de abdome (abdominoplastia).

Mas será que os planos de saúde cobrem cirurgia plástica? Você já deve ter se perguntado isso.

Em que situação é possível aproveitar os benefícios do convênio? Essas dúvidas chegam diariamente ao meu consultório e às minhas redes sociais. Então, vamos lá:

Planos de saúde não são obrigados a cobrir cirurgia plástica, mas também não são proibidos. Porém, a primeira opção é a mais comum. A ANS (Agência Nacional de Saúde) não reconhece a obrigatoriedade de realização de procedimentos estéticos, a não ser quando a cirurgia plástica está relacionada a alguma questão de saúde. E isso é lei: a 9.656/98 lista alguns casos específicos.

Um deles é quando a cirurgia plástica é para a retirada do excesso de pele da região da barriga para os pacientes que fizeram a redução do estômago. Como esse excesso compromete a saúde, ele tem direito ao procedimento de retirada de pele da barriga sem qualquer ônus. Outra plástica incluída na cobertura obrigatória é a de reconstrução da mama para mulheres que fizeram mastectomia, com diagnóstico de câncer de mama, lesões traumáticas e tumores em geral. Neste caso, também está relacionada a uma questão de saúde física e emocional.

Portanto, quando a cirurgia plástica tem finalidade estética, o beneficiário conseguirá apenas cobertura para os exames pré-operatórios e a consulta. O restante, como gastos hospitalares e equipe médica, não são contemplados pelos planos.

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